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NOTÍCIAS DO DIA
PREVENIR A DOENÇA RENAL CRÓNICA ATRAVÉS DA EDUCAÇÃO
6 Dias atrás
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Sessão de informação na Câmara Municipal de Valongo
6 Dias atrás
CLÍNICAS DA DIAVERUM COM NUTRIÇÃO FOCADA NOS DOENTES
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A DIAVERUM possui uma Equipa de Nutrição e Dietética que é composta por Nutricionistas e Dietistas
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ANTIÁCIDOS PODEM AUMENTAR RISCO DE DOENÇA RENAL CRÓNICA
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DGS DEFENDE REDUÇÃO DO AÇÚCAR PARA METADE
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Proposta entregue, recentemente, pela Direção-Geral da Saúde, aponta para embalagens de açúcar com 3/4 gramas
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NOVA EQUIPA VAI AVALIAR FRAUDE NA DIÁLISE, DISPOSITIVOS E TRANSPORTES
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PRÉ-DIABETES PODE SER UM PERCURSOR DA DOENÇA RENAL
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A revista Saúde listou os melhores frutos secos e os seus benefícios para a saúde
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PRECISAMOS MESMO DE TODOS OS ÓRGÃOS DO CORPO PARA SOBREVIVER
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Nem todos os órgãos são indispensáveis à vida
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FLAVONOIDES DO CACAU BENEFICIAM PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA RENAL
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Estudo publicado no “Clinical Journal of the American Society of Nephrology”
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SUPLEMENTOS COM CÁLCIO INSPECIONADOS PELO INFARMED
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A Ordem dos Farmacêuticos considera que está em causa o direito dos cidadãos à saúde e o Infarmed já recomendou à não utilização desses produtos.
No ano passado
INSUFICIÊNCIA RENAL

É a perda das funções dos rins, podendo ser aguda ou crónica. As causas desta doença são várias, os rins tornam-se incapazes de proceder à eliminação de certos resíduos produzidos pelo organismo.

A insuficiência renal crónica torna-se avançada, quando a percentagem de rim funcional é inferior aos 20%; muitas vezes, só nesta fase surgem os primeiros sintomas.

RECEITAS & ALIMENTOS

PEIXE

"Some kind of fish at La Boqueria" (CC BY-ND 2.0) by  InvernoDreaming 

 

 

O peixe é um alimento que pertence ao grupo do pescado, onde também estão incluídos os moluscos, mariscos e crustáceos. Na Nova Roda dos Alimentos, o peixe está inserido no grupo da carne, pescado e ovos, pelas semelhanças que têm em termos nutricionais.

 

 

Nutricionalmente, o peixe é um alimento que fornece uma boa quantidade de proteínas de alto valor biológico, de vitaminas A, D e B12, e de minerais, como o cálcio, o fósforo, o iodo (particulamente nos peixes de água salgada) e o cobalto. Também é uma excelente fonte de gordura polinsaturada, como os ácidos gordos ómega 3, mas com um baixo teor de gordura saturada e de colesterol, especialmente quando comparados com os animais terrestres (mamíferos e aves). No entanto, os peixes criados em aquacultura/viveiro podem apresentar quantidades diferentes de gordura saturada e polinsaturada em relação aos peixes selvagens, o que não diminui a sua importância.

 

 

As proteínas do peixe são importantes para a alimentação, pois ao terem um alto valor biológico, fornecem os aminoácidos essenciais nas quantidades certas para que o nosso organismo consiga produzir eficazmente as proteínas que precisa, por exemplo, para reparar os tecidos e produzir novas células, como os glóbulos vermelhos, etc. 

 

 

Estas proteínas têm uma digestão mais fácil, diminuindo a sensação de enfartamento após a refeição. Por outro lado, o peixe dará uma menor saciedade, pelo que o apetite aparecerá mais cedo do que, por exemplo, quando come uma refeição com frango, porco ou vaca.

 

 

Outro factor favorável ao consumo de peixe em vez das carnes é o seu elevado teor de gordura polinsaturada (ómega-3) e que é importante para diminuir o risco cardiovascular, pois ajuda no controlo do colesterol que circula no sangue (ajudando a aumentar os níveis do colesterol-HDL, a melhorar o perfil da tensão arterial) e a um bom funcionamento do sistema nervoso. 

 

 

Relativamente ao teor de minerais, o peixe tem uma menor quantidade de sódio/sal que as carnes terrestres (com a excepção dos peixes conservados com sal/em salga, como o bacalhau), no entanto, algumas variedades de peixes poderão ter uma grande quantidade de fósforo na sua constituição. O seu nutricionista/dietista ajudar-lo-á na escolha dos tipos de peixe que mais gosta e que são mais adequados à sua situação clínica.

 

 

Como o sabor que obtemos dos alimentos é uma parte importante do nosso bem estar, é aconselhável aproveitar ou melhorar o sabor do peixe através dos temperos e do modo como é cozinhado, variando entre o assar no forno ou na brasa, o grelhar, o cozer, o estufar ou o preparar em caldeirada, usando sempre uma variadade de temperos como as ervas aromáticas (a salsa, óregãos, coentros, pimentão, alho e muitos outros) em vez do sal, dando-lhe assim um sabor que se adapte ao nosso gosto, sem que se torne menos adequado à sua situação.

 

 

Na situação económica atual, o consumo de peixe é muitas vezes limitado, por se tratar de um grupo de alimentos com um preço que na maioria dos casos é caro e de difícil acesso, como acontece no caso do peixe fresco. Esta dificuldade poderá ser ultrapassada escolhendo os peixes congelados e/ou enlatados, que têm normalmente preços mais baixos e que se encontram facilmente disponíveis nos supermercados. Os métodos de congelação que se usam atualmente são a temperaturas muito baixas (em muitos dos casos ainda em alto mar), conservando adequadamente o peixe, para além de manterem a sua qualidade, sabor e características nutricionais. Por outro lado, os peixes enlatados são também uma ótima escolha, podendo optar-se pelo atum em água “ao natural”, pela sua excelente composição em proteínas e baixa quantidade de fósforo, ao mesmo tempo não tem gordura de adição e a digestão é mais fácil. 

 

 

É aconselhável que o consumo de peixe seja, no mínimo, 2 a 3 vezes por semana, podendo até ser mais vezes se for possível, alternando com as carnes, e de acordo com as recomendações do seu nutricionista/dietista para satisfazer a quantidade de proteína e de energia que precisa diariamente.

 

 

Em resumo:

  • o peixe é uma boa fonte de proteína de alto valor biológico, de fácil digestão e muito rico noutros nutrientes, como as gorduras polinsaturadas, as vitaminas e os minerais;

  • é uma excelente opção para satisfazer as necessidades proteicas diárias ao almoço e/ou ao jantar, se possível, pelo menos 2 a 3 vezes por semana;

  • é aconselhável que seja cozinhado com cuidado, sem usar temperaturas elevadas, nem frituras, para manter as suas propriedades nutricionais e nas quantidades e variedades que o seu nutricionista/dietista lhe indicou.

  • use a sua imaginação para cozinhar o peixe, variando nas formas de cozinhar (assar no forno ou na brasa, grelhar, cozer, estufar ou preparar em caldeirada) e melhorando o seu sabor com as ervas aromáticas (a salsa, óregãos, coentros, pimentão, alho e muitos outros). 

 

 

Dr. Pedro Miguel Lourenço – Nutricionista, Serviço de Nutrição

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