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Educar para prevenir

 

O que é Diálise Peritoneal

Uma das opções de tratamento disponíveis no tratamento da Insuficiência Renal Crónica Terminal. É uma técnica fisiológica que utiliza a membrana peritoneal (membrana que envolve os órgãos abdominais), atua como um filtro do sangue, removendo excesso de água e toxinas do corpo.  É uma técnica também denominada "auto-diálise", porque é realizada por si ou por um familiar próximo.

Opções na Diálise Peritoneal

A diálise peritoneal, quer na sua variante DPCA quer na de DPA, é uma técnica eficaz, bem tolerada e simples de efetuar. A enorme maioria das pessoas tem facilidade em aprender a executá-la. Ao fim de poucos dias de aprendizagem, o doente e um seu eventual parceiro encontram-se em condições de, autonomamente, efetuá-la no domicílio.

  • DPCA - Diálise Peritoneal Continua Ambulatória

  • DPA - Diálise Peritoneal Automática

Quadro comparativo das modalidades terapêuticas da Doença Renal Crónica

 

DPCA - Diálise Peritoneal Continua Ambulatória (Manual)

A solução de Diálise Peritoneal é infundida na cavidade peritoneal através do catéter, a solução permanece na cavidade peritoneal, durante algumas horas (de 4 a 6), chamando-se a este período tempo de permanência. Após  o tempo de permanência a solução utilizada é drenada e substituída por uma solução nova. Este procedimento é conhecido por troca e repete-se 3 a 5 vezes por dia, realizada durante o dia.

 

DPA - Diálise Peritoneal Automática

A substituição da solução de diálise é efetuada automaticamente por uma máquina portátil (cicladora) durante a noite, por um período de 8 a 12 horas.

 

Para realizar a Diálise Peritoneal é necessário um acesso - Catéter Peritoneal. A colocação do catéter é efetuada por uma técnica simples, habitualmente sob anestesia local.

Ambos os tratamentos são realizados em casa. A escolha entre um deles  depende das suas preferências estilo de vida e condições clínicas. A técnica aprende-se com facilidade.

 

Diálise Peritoneal e as Férias

Os doentes em Diálise Peritoneal podem viajar, para isso é necessário, com antecedência, informar o seu médico (nefrologista) e enfermeiro/a, com alguma antecedência. Este tempo é necessário para a programação e verificação da possibilidade das respetivas entregas de material no local de férias.

 

"Se fizer alteração na sua viagem, deverá informar a sua unidade diálise peritoneal, para discutir as mudanças necessárias para os seus planos."

 

Doentes em DP 2007 - 2013

 

 

Diálise Peritoneal 2013
  • O número de doentes em DP incidentes e prevalentes em 2013 diminui em relação ao ano anterior.

  • O número de doentes saídos para transplante renal é muito significativo na DP

  • A diálise peritoneal “automatizada” tem vindo a diminuir a sua penetrância quando comparada com a diálise peritoneal “manual”.

  • Mais de 80% dos doentes que iniciaram DP foram seguidos previamente por nefrologia.

  • Os doentes em DP em 2013 tem uma idade média pouco superior a 5o anos, mas com tendência crescente em relação aos anos anteriores.

  • A primeira causa de abandono da técnica foi a falência de ultrafiltração/diálise inadequada, logo seguida de infecção relacionada com o acesso peritoneal.

  • A taxa de peritonites foi de 0,45 (0,43 em 2012).

  • As doenças cardiovasculares constituem a principal causa de morte. As infecções relacionadas com o acesso peritoneal contribuíram para 7,5% das mortes.

"Informe sempre o seu médico de clínica geral, dentista, e médicos especialistas que está a fazer diálise"

Gabinete de Registo Sociedade Portuguesa Nefrologia

29 Jun, 2012, 00:00 / atualizado em 17 Abril, 2014, 00:00

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Cascais recebe Reunião Anual de Diálise em Férias

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Cargo: Global Lead Holiday Dialysis

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A DIAVERUM, um dos principais prestadores de cuidados renais a nível mundial, tem o serviço de Diálise em Férias. Este é um serviço que assegura a todos os doentes que desejem deslocar-se dentro de país, longe da sua clínica de residência, ou até para o estrangeiro, uma experiência simples, segura e revitalizante, tratem-se de doentes que fazem habitualmente tratamento na DIAVERUM ou não.

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A primeira descrição de aplicação clínica da Diálise Peritoneal foi em 1923 por George Ganter.
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Para que se consiga eliminar os produtos tóxicos é necessário um mínimo de horas.

Diabetes e Hipertensão são fatores de risco para a saúde dos rins

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